segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Passou...

Nossa, nem parece que há quinze dias atrás eu estava muito mal. Estranho, terminei o namoro com o A. e fiquei bem, só que não tem nada a ver com ele, eu já sei que é o ciclo. É bom estar atenta a isso, para não achar que o meu namorado me deprimia (?).
Quando ele levantou do sofá e começou a arrumar as coisas eu senti finos rompimentos na minha região do chacra esplênico. Eu nunca havia sentido nada espiritual nos términos de namoro anteriores... Depois que eu me devotei ao budismo minha sensibilidade ficou mais fina. Ainda bem que tenho viagens astrais com tratamento energético para proteção e fechamento da aura. Voltei a ver auras, mas não falei para muitas pessoas, sacomé, as pessoas não entendem. A minha psicóloga não acredita que eu tenha estas viagens astrais, ela enquadra como sonho pela abordagem psicanalítica. Na última vez, antes de melhorar, recebi um tratamento quando estava fora do corpo, com uma luz azul índigo que descia através do meu lado direito pelo pescoço, sem passar pelo chacra da coroa. Depois de uma semana recebi por empréstimo um livro chamado "A cura pelo coração". Foi assim tipo: - Sheila, fiquei com vontade de te emprestar esse livro, vamos lá no carro buscar... E agora, vem a parte mágica: O livro falava deste tratamento com luz azul. Eu estava sendo tratada primeiro na espiritualidade e somente depois recebi o livro com os exercícios de meditação. E, pasmem, fiz um e-mail para o autor, Antônio Carlos Paliteiro, perguntando sobre o ocorrido, ele respondeu que é normal as pessoas começarem a ser tratadas primeiramente no plano espiritual, pois o tempo não é linear. O fato é que eu estou recebendo um tratamento espiritual durante o sono e estou muito melhor. Fico feliz em confirmar na prática que minhas meditações estão criando cura. Estou com vontade de pedir para reduzir mais um pouco as doses do medicamento, pois agora que estou mais forte, sinto que posso aguentar mais uma abstinência.

1 comentários:

Ângela Coelho disse...

Fazia tempo que eu não te visitava; é incrível como até escrevendo se nota tua força. Fiquei muito feliz.
Beijos.