domingo, 12 de fevereiro de 2012

Voltando, para sermos jovens juntos novamente...

Ex-marido está carinhoso, atencioso, romântico e gentil.
Vamos viajar juntos nos dias do Carnaval e ver se a gentileza continha se sustentando...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Convivendo com Deus

Quando eu tinha oito anos tive uma experiência mística. Eu estava muito feliz com um capim na mão, fingindo que era um chicote e que eu cavalgada num cavalo invisível, trotando com os pés. De repente, parei olhei para a minha casa, do ponto de vista do alto de um monturo, quando tudo começou a fazer sentido. Exatamente tudo. Eu sabia tudo, mas não sabia nada ao mesmo tempo. Todo o medo e insegurança simplesmente desapareceram e eu me senti uma só com o mundo, digo o mundo era eu e eu o mundo. Todo o trabalho das religiões sobre alcançar o nirvana, e eu trouxe isso comigo, o tempo todo, aos oito anos. Foi uma experiência única, eu nunca mais tentei alcançá-la até porque ela ocorreu naturalmente.
Depois disso foi como se Deus viesse morar ao meu lado. Era uma conversa de amigo... Com os afazeres da escola, isso foi esquecido, mas a sensação de presença e intimidade com Deus continuava sempre que eu parava para por os pés descalço na areia molhada do mar.
Aos dez concluí que já tinha visto tudo, e quis morrer... Quis voltar para a minha casa, lá no alto, onde uma moça me levava em sonhos.
Fiquei três dias sem comer, mas só durou até o fim de semana. Minha mãe percebeu.
Meu estômago doeu muito quando minha mãe me fez comer. Eu até vomitei.
Não sei bem ao certo quando ele se foi. Talvez quando passei a ter medo de tudo, ele deve estar por perto tentando se comunicar. Sei que sumiu. Quanto mais eu estudava, mais longe ele ficava. Depois de minha experiência direta fui conhecendo as religiões, mas nenhuma delas conseguiu até hoje fazer com que eu a repetisse como aos oito anos.
Foi depois de tantas decepções que conheci o budismo de Nitiren Daishonin. Nele meus estudos de física quântica fizeram sentido. A meditação diária tem sido um curativo para meu transtorno psiquiátrico, mas também desperta funções psíquicas muito novas, que estou começando a descobrir. A intuição ficou aguda. Alguns pensamentos escutados de pessoas que põe uma energia forte no pensamento.... sonhos premonitórios. Visão da aura... Nada muito constante, apenas vislumbres... Vou meditando e contando...

sábado, 17 de dezembro de 2011

Passou a irritação, bem como o aniversário da Tatá.

O som dos passos das crianças vinha de dentro do meu cérebro, quem passa pela hiper audição sabe como é isso, ouvir sons no volume alto, isso irrita, ou é a irritação que aumenta o volume, isso me acometeu ontem, tomara que seja apenas TPM pois estou tão bem...
Fiz a matrícula na faculdade, vou fazer o curso de Access que eu tanto queria.
Não existe oração sem resposta mesmo.
Próximo milagre: controlar o transtorno sem os medicamentos...
Vamos ver com a doutora, ela não está muito animada a reduzir a quantidade de medicamentos.
Engordei demais, não quero essa dosagem de 1200 mg de trileptal.
Quero fazer igual aquele filme "Uma mente brilhante", que o esquizofrênico desiste dos remédios e passa a conviver com as alucinações, usando outras pessoas para confirmação sobre o que é real e o que não é.
A crença de que vai acontecer um surto quando eu parar o remédio é a única que eu quero transformar no momento. Eu transformo a mente através da recitação do daimoku, esta meditação tem o poder de controlar minha tristeza de um forma assaz adequada.
Agora está o maior silêncio, e eu gostaria que o tempo voltasse para que eu conseguisse ir ao aniversário da minha sobrinha...